Debate III – Legalizar, ou não, a prostituição em Portugal?

Com ou sem a opacidade de paredes, a prostituição sempre existiu e existe.
A Associação ComuniDária, no âmbito da sua missão, criou mais um braço na árvore da sua atuação e decidiu empenhar-se na delicada e controversa matéria que envolve o Trabalho Sexual em Portugal.
Assim sendo, a ComuniDária em parceria com o Centro InterculturaCidade , Lisboa, juntaram todas as condições para a realização do DEBATE III que visa exatamente a discussão da legalização, ou não, da prostituição* em Portugal.
Considerando que a sua presença é importante e atendendo a que este debate se pretende o mais plural possível e que integre as várias correntes opinativas sobre o assunto, convidamos todas as pessoas interessadas no tema a estarem presentes nesta iniciativa, a qual terá lugar no próximo de 11 de janeiro, quinta-feira, pelas 18h00, na
Travessa do Convento de Jesus, 16 A, (Calçada do Combro), Lisboa, cabendo aqui salientar que este espaço foi gentilmente cedido pelo Centro InterculturaCidade.
De modo a consolidarmos o DEBATE, consideramos de extrema importância a presença dos Partidos Políticos Portugueses, com ou sem assento na Assembleia da República.

Programação:
Apresentação e discussão do vídeo da entrevista intitulado “Putas sem paredes”;
Aceda à entrevista aqui:

Mesa de oradoras e oradores confirmadas/os:

Moderação a cargo de: Maria Magdala, Presidente da ComuniDária, gestora pela FGV-Brasil, especialista em Desigualdade, Cooperação e Desenvolvimento Sustentável – Universidade Complutense de Madrid;
Carlos Gamito, Jornalista;
Joffre António Justino, Presidente da Associação Promotora do Livre Pensamento, cooperativista e interventor político social.
Em breve serão anunciados os nomes das restantes oradoras e dos restantes oradores.

Debate aberto a todas as pessoas presentes.

Leia, reflita e assine a Petição: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT86274

Apoio: Mama Cash

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Exposição de Pintura de António Firmino

Imagem


De terça a sexta-feira, das 14h às 20h

CENTRO INTERCULTURACIDADE
Galeria-Oficina – Travessa do Convento de Jesus, 10, 1200-126 Lisboa

Sobre o artista:
António Firmino nasceu na cidade do Mindelo, na ilha de S. Vicente em Cabo Verde, cujas gentes, vivências e folclore lhe servem de tema para as suas telas (a óleo e acrílico), que vai fazendo em paralelo com uma atividade docente, como Professor (de Inglês e Francês, especialmente). É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas na Universidade Nova de Lisboa e em Estudos Franceses pela Universidade de Toulouse. Possui ainda um mestrado em Comunicação Educacional multimédia, e duas pós-graduações na área educacional, obtidas em Inglaterra. Desde 2009 ministra no Centro InterculturaCidade o Curso de Crioulo – Introdução à Língua e Cultura de Cabo Verde.

É Pintor por vocação e há mais de duas décadas assume-se como um Artista Plástico autodidata que “inventa a sua própria técnica a cada pincelada”. A sua pintura foi desde cedo muito marcada por uma forte relação com a terra e o imaginário de Cabo Verde. Pode-se dizer que a obra de António Firmino é um facto consumado de quadros com vida própria. A pobreza, a seca, a natureza das ilhas, as festas tradicionais, os atos religiosos, paisagens marinhas, algumas cenas históricas de naufrágios, retratos, entre outros, são os aspetos que surgem com frequência na temática estabelecida e dentro de uma ordem muito pessoal do pintor. Com especial destaque para a vida noturna mindelense, com ênfase na “joie de vivre”, numa forma de estar com características do povo de Cabo Verde, maneira de combater e esquecer os problemas do quotidiano.

Colabora desde 1987 com jornais e publicações periódicas de Cabo Verde, com artigos de opinião, ensaios e alguns contos (uma coletânea de contos e “noveletas”, escritos há mais de dez anos, encontra-se na gaveta à espera de uma oportunidade de publicação).Está radicado em Portugal há alguns anos, onde tem efetuado diversas exposições e participado em inúmeras atividades culturais relacionadas com o universo das comunidades cabo-verdianas e lusófonas em geral.

Amante da música tradicional da sua terra natal, presença assídua – quando não mesmo impulsionador – das sempre recordadas noites de serenata no Mindelo dos anos 70, acabou sendo enfeitiçado pela criatividade musical natural do ilhéu, passando ele próprio a compor e a tocar violão. Essa atividade suscitou-lhe ainda o mote para a sua pintura, a que chamaria mais tarde de “Serenata Mágica”.

Está representado em diversas coleções privadas em Cabo Verde, em Portugal e em diversos outros países.

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