Quem Somos

O Centro InterculturaCidade actualmente é uma Associação sem fins lucrativos que tem como fim a acção cultural e o desenvolvimento local, a educação popular e a cooperação para o desenvolvimento enquanto factores de melhoria das condições de vida das populações e de requalificação dos seus habitats urbanos ou rurais. Conferindo atenção especial ás comunidades migrantes em Portugal e aos respectivos países de origem, propõe-se intervir de forma preferencial junto de sectores mais fragilizados dessas comunidades, numa perspectiva de incentivo da participação cívica, do empreendedorismo social, do inter-associativismo e da valorização das identidades e da diversidade enquanto factor positivo do desenvolvimento local.

Desenvolve actividades nos níveis local, nacional e internacional, nas áreas da investigação, da educação informal e não-formal, da formação contínua, profissional ou profissionalizante, da animação e da difusão sóciocultural e da cidadania intercultural.

História:

Foi criado em Lisboa em 2004 no âmbito do projecto com o mesmo nome co-financiado pelo Fundo Social Europeu através da Iniciativa Comunitária EQUAL, numa lógica de combate ao racismo e xenofobia e de valorização da diversidade cultural das comunidades presentes nos bairros históricos da Bica, Madragoa e Bairro Alto. Surge da necessidade identificada de apoio aos percursos socioprofissionais dos imigrantes bem como á valorização das suas culturas de origem, na perspectiva da dinamização de práticas interculturais como mecanismos de inserção social.

Por ele passaram, desde a sua entrada em funcionamento, largos milhares de pessoas das mais diversas origens. Nas suas acções e iniciativas estiveram e estão envolvidos ainda hoje sectores diferenciados de distintas comunidades migrantes bem como da população local das freguesias da área em que o centro está implantado.

Na sua origem esteve uma parceria de entidades (e pessoas) interessadas na problemática sociocultural relacionada com a diversidade, o combate ao racismo e xenofobia e os novos desafios colocados à sociedade portuguesa pelo aumento substancial da imigração. Compunham-na a Junta de Freguesia de Santa Catarina, a Frente Anti-Racista, a Associação Cultural Etnia, o Centro de Estudos Territoriais do ISCTE, a Associação Moinho da Juventude e a União dos Sindicatos de Lisboa.

Validação pelo Gabinete EQUAL

Após 2 anos de funcionamento, o Centro InterculturaCidade viria a ser validado pelo gabinete português da Iniciativa Comunitária Equal como Recurso para a promoção da Igualdade e da Diversidade Cultural, uma ferramenta para a promoção da inserção económica e social, para o empowerment, o empreendedorismo, o incremento das sociabilidades locais e o desenvolvimento, com base na  metodologia  EQUAL para a análise da qualidade e para a melhoria contínua dos projectos por si financiados.

Para essa validação concorreu significativamente a opinião dos peritos Equal  de que o percurso, a natureza e as propostas do Centro configuravam uma boa-prática  desenvolvida como um recurso técnico-pedagógico que incorporava os 6 “Princípios EQUAL” (Trabalho em Parceria, Inovação, Empowerment, Transnacionalidade, Mainstreaming e Igualdade de Género) e respeitava as dimensões da qualidade julgadas essenciais pelo EQUAL (inovação, empowerment, adequabilidade, utilidade, acessibilidade, igualdade e transferibilidade).

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“When I’m 64” – Exposição de pintura de Raul Rosa

Visitas guiadas pelo artista às quintas-feiras dias 15 e 22 de Fevereiro, às 18h30

Raul Rosa nasceu em Tomar a 25 de Julho de 1954. O seu percurso passou pela música, onde participou nos grupos de pop-rock “Twinklers”, “ebb and flood”, “Arsenova” e de rock sinfónico “Tantra” e “Perspectiva”. Licenciou-se em Arquitectura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa (1981), exercendo a profissão de arquitecto até 2010. Foi professor de artes visuais na Escola Secundária José Gomes Ferreira entre 1991 e 2014.
Participou na Exposição Nacional de Arquitectura, em 1986, na Bienal da Vidigueira, em 2012 (com a obra “À Espera do Gama”, que obteve uma Menção Honrosa nesse certame) Bienal de Arte de Vila Nova da Cerveira, em 2017 (com a obra “Space and Time”). Realizou várias exposições, das quais destaca: “Do Sagrado e do Profano” – Galeria Municipal de Tomar, 1999; “Do Desejo e da Paisagem” – Convento de Cristo, Tomar, 1995; “Babel” – Livraria Ler Devagar, Lisboa, 2001; “Não Bola Nada” (com Lindu Mona) – Bar Amadora, 2002; “A Banca” – Martim Moniz, Lisboa, 2016.

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