Aulas de Canto e Técnica Vocal 2017/2018

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AulasCanto_e Técnica_Vocal_2017-2018

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Exposição de Pintura de António Firmino

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De terça a sexta-feira, das 14h às 20h

CENTRO INTERCULTURACIDADE
Galeria-Oficina – Travessa do Convento de Jesus, 10, 1200-126 Lisboa

Sobre o artista:
António Firmino nasceu na cidade do Mindelo, na ilha de S. Vicente em Cabo Verde, cujas gentes, vivências e folclore lhe servem de tema para as suas telas (a óleo e acrílico), que vai fazendo em paralelo com uma atividade docente, como Professor (de Inglês e Francês, especialmente). É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas na Universidade Nova de Lisboa e em Estudos Franceses pela Universidade de Toulouse. Possui ainda um mestrado em Comunicação Educacional multimédia, e duas pós-graduações na área educacional, obtidas em Inglaterra. Desde 2009 ministra no Centro InterculturaCidade o Curso de Crioulo – Introdução à Língua e Cultura de Cabo Verde.

É Pintor por vocação e há mais de duas décadas assume-se como um Artista Plástico autodidata que “inventa a sua própria técnica a cada pincelada”. A sua pintura foi desde cedo muito marcada por uma forte relação com a terra e o imaginário de Cabo Verde. Pode-se dizer que a obra de António Firmino é um facto consumado de quadros com vida própria. A pobreza, a seca, a natureza das ilhas, as festas tradicionais, os atos religiosos, paisagens marinhas, algumas cenas históricas de naufrágios, retratos, entre outros, são os aspetos que surgem com frequência na temática estabelecida e dentro de uma ordem muito pessoal do pintor. Com especial destaque para a vida noturna mindelense, com ênfase na “joie de vivre”, numa forma de estar com características do povo de Cabo Verde, maneira de combater e esquecer os problemas do quotidiano.

Colabora desde 1987 com jornais e publicações periódicas de Cabo Verde, com artigos de opinião, ensaios e alguns contos (uma coletânea de contos e “noveletas”, escritos há mais de dez anos, encontra-se na gaveta à espera de uma oportunidade de publicação).Está radicado em Portugal há alguns anos, onde tem efetuado diversas exposições e participado em inúmeras atividades culturais relacionadas com o universo das comunidades cabo-verdianas e lusófonas em geral.

Amante da música tradicional da sua terra natal, presença assídua – quando não mesmo impulsionador – das sempre recordadas noites de serenata no Mindelo dos anos 70, acabou sendo enfeitiçado pela criatividade musical natural do ilhéu, passando ele próprio a compor e a tocar violão. Essa atividade suscitou-lhe ainda o mote para a sua pintura, a que chamaria mais tarde de “Serenata Mágica”.

Está representado em diversas coleções privadas em Cabo Verde, em Portugal e em diversos outros países.

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