NEWSROOM EUROPA – Um projecto de informação para jovens em consonância com a Presidência Alemã da União Europeia (Julho/Dezembro 2020)

Em destaque

O Centro InterCulturaCidade integra a parceria internacional do projecto “Newsroom Europa”, conjuntamente com a Academia Europeia de Berlim (Alemanha) e o Centro de Voluntariado Juvenil de Novo Mesto (Eslovénia). A 1ª actividade – uma semana de formação intensiva via internet, sobre temáticas europeias e técnicas de informação para jovens (imprensa, fotografia, vídeo, multimédia) – começa já a 21 de Junho e é GRÁTIS! Aproveita as ÚLTIMAS VAGAS enviando um e-mail com o teu nome e contato para info.interculturacidade@gmail.com até ás 23h 59m de 20 de Junho!

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Um Mergulho no Théâtre du Soleil!

Absolutamente a NÃO PERDER! Mergulhar na prática do Théâtre du Soleil e conhecer um espetáculo único que a grande Ariane Mnouchkine dirigiu no Brasil- As Comadres, é uma oportunidade única. Já na próxima sexta n´A Cooperativa, à Rua da Emenda, em Lisboa, numa iniciativa conjunta do Centro InterCulturacidade e da CRL Coop em parceria com a Aurora – Pólo de Pesquisa Teatral, de São Paulo. Lotação limitada! Inscrições em https://port-aurora.com/aurora-abre-alas-lisboa-portugal/….

CABO VERDE NA TELA

Projecção de duas curtas e uma longa metragem de cinema contemporâneo cabo-verdiano, seguido de conversa com Emilia wojciechowskam produtora cultural polaca radicada em Mindelo (Cabo Verde) e responsável pela curadoria desta actividade.

BIDON, 2019, documentario, 52 min
Eden Produções, realizadores: Celeste Fortes e Edson Silva D.

BUSKA SANTU, 2016, ficção, 28 min
Parallax Produções/Kriolskope, realizadora: Samira Vera-Cruz

BONECA, 2015, ficção, 8 min
Osga Filmes, realizador: Helder Doca

Sinopses:
BIDON
Em Cabo Verde a terra longe é romantizada como lugar de abundância. É de lá que chegam os Bidons, enviados de diferentes destinos, enchidos a vários ritmos, representando a vitória da emigração e personificando a presença daqueles que tiveram de sair do país.

Bidon: nação ilhéu costura três estórias femininas, expondo a mediação do Bidon, personagem central na vida dos cabo-verdianos, na relação entre quem ficou e quem foi.

Camila tinha 11 anos quando viu a sua mãe emigrar, para os Estados Unidos. Há 18 anos que fortificam a sua relação, encurtando a distância através da presença constante dos Bidons preparados com afeto maternal.

Dona São, nos produtos que compra dos Bidons importados por comerciantes locais, procura driblar a pobreza e sustentar os seus filhos. Os bairros periféricos da ilha são a estrada que percorre para a venda ambulante, acalentando o sonho de alcançar a terra longe.

Patrícia já viveu lá na terra longe. Regressou ainda criança e procura resgatar as memórias sensoriais desta experiência comprando vários produtos importados dos Estados Unidos. Não deseja lá voltar, mas assim como a maioria das filhas e dos filhos da terra, sonha um dia realizar o sonho cabo-verdiano: receber um Bidon.

BUSKA SANTU
A ficção conta a história de um pai e de um filho com a Tabanka como pano de fundo. Uma homenagem a Vittorio de Sica, em particular ao “Ladrão de Bicicletas”. Um paralelo entre o neorrealismo italiano e a realidade cabo verdiana, na qual um músico de rua é roubado e perde o que precisa para sobreviver e alimentar a sua pequena família – a sua viola – e no qual a criança, símbolo da esperança e da evolução assume as rédeas do seu destino e salva o dia.

É também uma homenagem à Tabanka e aos seus rituais menos conhecidos. De igual forma, o mini documentário explica o que é a Tabanka – a sua origem, propósito, evolução e rituais.

O filme foi produzido pela Kriolscope Filmes, sem qualquer financiamento (até ao momento). Visto termos o equipamento, equipa e elenco necessários partimos para o “Djunta mom” e avançamos com a produção do filme com a intenção de enviá-lo para os festivais de cinema nacionais e internacionais (dando a conhecer um pouco de Cabo Verde no mundo audiovisual).

A BONECA
A história se passa em Mindelo, no arquipélago de Cabo Verde, e evoca um breve momento na vida de duas famílias durante as férias de Natal. As diferenças sociais dos antagonistas levam o espectador a questionar nossa sociedade de consumo e valores humanos.”

Convite | Abertura da Exposição de Pintura de Carlos Sahakián

É com muito prazer que convidamos para a abertura da exposição do pintor uruguaio Carlos Sahakián, em estreia absoluta em Portugal e com a presença do artista, que terá lugar a partir das 18h30 do próximo dia 17 de Novembro (Domingo) no espaço “A Cooperativa” – Rua da Emenda, 72, Lisboa.  

Confirmações e/ou informações adicionais: acooperativacrl@gmail.com ou tel. 21 347 18 86

Sobre o artista:
(As obras pictóricas de Carlos Sahakián) “são pensamentos visuais, ascensionais.(…) lembram as melhores realizações da abstracção lírica e constituem uma série harmónica e eficaz de estruturas despojadas, de múltiplas sugestões”
Alice Gall

Uruguaio de ascendência arménia, o poeta e artista plástico Carlos Sahakian nasceu em Cunhapiru, na fronteira norte com o Brasil, em 1957. Entre 1972 e 1974 teve formação plástica com Jorge Echenique e Francisco Pancho Montiel na Oficina Construcción. Entre 1972 e 1978 viaja “pintando e escrevivendo” pela Argentina, extremo sul do Brasil e grande parte do Uruguay.
Em 1978 parte para Paris, onde vive, estuda e trabalha durante décadas. É Licenciado em Artes Plásticas pela Universidade de Paris VIII (Vincennes e Saint-Denis), onde também obteve um Mestrado, com uma tese sobre a Arte Mural Mexicana e ainda um Diploma de Estudos Aprofundados, com o trabalho “Tamayo, Lam e Matta: três destinos latinoamericanos na criação pictórica do Século XX”.
É autor de sete livros e e de uma vasta quantidade de poemas, crónicas, notas, artigos e outros escritos em diversas revistas europeias e latinoamericanas.
Enquanto artista plástico e poeta, participa periodicamente em exposições, leituras e sessões literárias em diversos países da América Latina (Argentina e Uruguai ), da Europa (Alemanha, França, Espanha) e África (Egipto).


Discurso directo: “Uma obra minha atinge a forma plena quando o olhar de alguém consegue acudir-lhe, sacudi-la, incluí-la de forma desmedida em alguma outra coisa inesperada, subexprotoabinterna, que já estava na imagem, que eu tinha capturado e colocado na tela e que assim, na verdade, explode”. Logo depois é que a obra vai ser pendurada pela romaria das formas fúteis do mundo sonoro, em cores. É uma coisa cerebral. Uma coisa física. Uma coisa que deixa de ser coisa, posta em acções e em desperdícios de tinta e traços.”

 

Abertas as inscrições para o próximo Curso de Crioulo de Cabo Verde

Está prevista a abertura de uma turma durante mês Novembro de 2019, caso haja um mínimo de 8 inscrições confirmadas, nos horários entre as 19h e as 21h, duas vezes por semana, em dias úteis e a fixar de acordo com a disponibilidade maioritária dos interessados. Caso haja um mínimo de 8 pessoas que apenas tenham disponibilidade nos fins-de-semana, poderá considerar-se a abertura de uma nova turma aos sábados. O curso tem uma carga horária de 30 horas (2 sessões de 2 horas entre segunda e sexta-feira ou num formato mais intensivo de 4 horas aos sábado) e duração de cerca de 2 meses. Quem desejar entrar numa turma durante o mês de Novembro deverá preencher o formulário de inscrição, onde indicará as suas disponibilidades.

Mais informações e FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO

As Oficinas do Mundo estão de volta!

Artes e ofícios da diversidade para a inclusão social. A artesã de moda brasileira Aldelice Braga em estreia dupla no regresso das Oficinas do Mundo à programação do Centro InterCulturaCidade. Agora n´A Cooperativa, um novo espaço independente e interassociativo bem no centro de Lisboa. Espalhem a notícia, apareçam e contribuam para que as pessoas não desistam dos seus sonhos!