Exposição de António Firmino e Kassanaya no Centro InterculturaCidade

De 22 de Julho a 31 de Agosto 2009

Horário: De 2ª a 6ª Feira das 14h às 20h

expo_centro

António Firmino nasceu na cidade do Mindelo, na ilha de S. Vicente em Cabo Verde. É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas na Universidade Nova de Lisboa e em Estudos Franceses pela Universidade de Toulouse. Possui ainda um mestrado em comunicação educacional multimédia, e duas pós-graduações na área educacional, obtidas em Inglaterra.
Autodidacta, a sua pintura foi desde cedo muito marcada por uma forte relação com a terra e o imaginário de Cabo Verde. Está radicado em Portugal há alguns anos, onde tem efectuado diversas exposições e participado em inúmeras actividades culturais relacionadas com o universo das comunidades caboverdianas e lusófonas em geral.
Amante da música tradicional da sua terra natal, presença assídua – quando não mesmo impulsionador –  das sempre recordadas noites de serenata no Mindelo dos anos 70, acabou sendo enfeitiçado pela criatividade musical natural do ilhéu, passando ele próprio a compor e a tocar violão. Essa actividade suscitou-lhe ainda o mote para a sua pintura, a que chamaria mais tarde de “Serenata Mágica”.
Está representado em diversas colecções privadas em Cabo Verde, em Portugal e em diversos outros países.

Kassanaya é o nome artístico de José Brazão, natural de Cabo Verde (Praia, Santiago). Reside e trabalha em Portugal há 18 anos, embora mantenha laços de contacto e visita com o seu país de origem. Tem formação nas áreas da escultura, cerâmica, artesanato e fotografia. O seu percurso profissional e artístico é marcado pelo desenvolvimento e participação regulares em projectos  de cariz sócio-cultural, onde tem dirigido oficinas de escultura, joalharia alternativa ou ainda transformação de desperdícios em objectos plásticos para públicos jovens. Alibentempu é a sua primeira exposição individual, de algum modo marcando um ponto de referência na sua obra.Trata-se de uma expressão em crioulo de Cabo Verde que evoca um prenúncio da chegada de momentos conturbados, de mudanças repentinas vividas no mundo, como muitas das que se cruzam no nosso dia-a-dia. Grande parte das obras que integram esta exposição retratam justamente situações de mudança, transformação ou tumulto, o que segundo o artista justifica plenamente essa escolha. Nas obras que agora expõe, Kassanaya utiliza essencialmente a pedra (Mármore, Lioz, Cálcário, Basalto e Vermelho Negrais).

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